sexta-feira, agosto 29, 2008

Apanhados com a boca no barbarismo, edição jornais

"Há quem já tenha ganhado 6000 por ano com o estacionamento "

Mariana Correia de Barros, no DN de hoje.

Qual Cáucaso, qual Darfur! E, por mim, o Tibete também pode ir dar uma grande volta.

O maior problema do mundo no momento é o palm velho que não atina com o mac novo e lá vou ter de importar os contactos e o ical à unha.

quinta-feira, agosto 28, 2008

Não nos chegava Mountain View

O Aardvark daria um bom chefe da KGB.

quarta-feira, agosto 27, 2008

www.savemiguel.com



À nossa!

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A minha singela contribuição para o Cinquenta e Três.

terça-feira, agosto 26, 2008

Separados à nascença?

Cavalo toma torre. Xeque.

O sr. Medvedev sobe o tom e afirma não ter medo de uma nova Guerra Fria.

Eu diria mais: deseja-a. Tal como no passado, a ressurreição do "Inimigo Exterior" irá ser indispensável para manter o povo temente aos seus e fiel à perpetuação putiniana.

segunda-feira, agosto 25, 2008

03.06.09


"Whatever happened to the American Dream?
It came true. You're lookin' at it."

The Comedian (1977)

É só fumaça

Espanha, aqui mesmo ao lado.

Primeiro, tentativa de encobrimento de uma fuga de radioactividade na central nuclear de Ascó (bom nome).

Agora foi um incêndio na de Vandellos, demasiado óbvio para passar desapercebido.

Só estranho que no DN, que antes tinha tanta gente tão decidida a lançar o debate, nada disto venha comentado.
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via Corta-fitas.

Torre 4 para bispo 2

A Abcásia e a Ossétia do Sul pediram a independência à... Rússia.

sábado, agosto 23, 2008

Palpita-me que vai haver "genocídio" também na Ucrânia

Já se anunciam confrontos entre manifestantes ucranianos e russos em Sebastopol.
Não tarda nada teremos 'forças de manutenção de paz' a entrar por ali adentro à caça de genocidas.

Aguardemos as declarações do sr. Ivanov

Mais um cosmopolita da Caparica

Aqui.

Nevralgia 8 e fim de estação

Nevralgia 7

Nevralgia 6

Nevralgia 5

Nevralgia 4

Nevralgia 3

Nevralgia 2

Nevralgia 1

sexta-feira, agosto 22, 2008

Nem um único defeito nesta terra


Eu já ia a caminho de uma arenga das antigas. Farto do glenfidixe, arrotava, burgesso, contra a falta de uma tradição nos maltes e tal.

E depois descobri isto e reconciliei-me com os Habsburgos.

A propósito do mundo multipolar

E quando é a França invade a Bélgica?

Experiência

É aquilo com que ficamos quando fracassamos.

Quem ganhou as Olimpíadas

Não cumpri o que prometi.

Ora bolas.

Quem ganhou as Olimpíadas.

Rubaiyat

Hoje finalmente assumi que não vou deixar de continuar a amar-te o resto da minha vida. Pude fazê-lo pois também decidi que jamais queria voltar a ver-te. Era uma coisa ou outra.
Descansa. No fim destas íntimas negociações, embora não venha a propósito romper em saltos e pinotes, há uma redenção a celebrar.

Quem exulta?

Com o aumento do crime violento em Portugal?

Os Diretalhaços, claro (e a extrema-direita, não confundir: os Direitalhaços foram à escola).

Apresentam depois as soluções infalíveis para o resolver.

Mas na verdade estão apenas a usá-lo para cumprir os seus desígnios, ou os desígnios de quem eles copiam.

Obviamente

Que a estúpida independência do Kosovo não ajudou nada.

Teorias da conspiração II

Por acaso,

a srª Rice visita a Geórgia;
poucos dias depois a Geórgia bombardeia a Ossétia do Sul;
duas divisões do exército Russo estavam a passar por ali naquele momento e resolveram intervir;
o exército da Geórgia é derrotado;
a NATO solidariza-se com a Geórgia;
a Rússia corta relações militares com a NATO;
o senador McCain aparece pela 1ª vez à frente numa sondagem.

O ouro, a prata e o cobre

Quando a parcimónia do pódio finalmente chega para calar a indignação de sofá, a blogosfera nacional, sempre imaginativa, descobre outros usos para a sua análise extenuante: ou ele é a naturalidade dos medalhados ou é a associação ao clube de futebol onde treinaram. Se uma preocupação é sintoma de provincianismo, a outra explica bem a origem da escassez de resultados.

Notável

Este artigo sobre a participação dos Portugueses nos JOs, assinado por Jacinto Bettencourt no 31 da Armada.

Erudissão

A minha pesquisa no Google por "erudissão" deu os seguintes resultados:

este blog, inactivo desde 2003. O génio que escreveu estas poesias terá hoje vergonha delas?

E ainda, este perfil no blogger, que escreve poesia neste blog.

A pesquisa por erudissão só deu poesia.

Eu

Nem iconifico o mujique nem subsirvo o boiardo.

Inocente passou sete anos preso

Mas Barry George, no fundo, é um sortudo: a pena de morte foi abolida no Reino Unido em 1969.

Em causa própria (suplemento maniqueísta)

De qualquer forma, para que serve a justiça, afinal, se o seu propósito é proteger os fracos dos fortes? As vítimas dos agressores?

Não é isso uma subversão das leis de mercado?

Não é a justiça um consolo para a inveja?

A justiça seria necessária se a humanidade se despojasse da inveja e aceitasse (com ardor) as regras do mercado?

Em causa própria

Acho piada ás pessoas que só falam de justiça em causa própria.

Isso é exactamente o oposto de justiça.

quinta-feira, agosto 21, 2008

quarta-feira, agosto 20, 2008

O que não sabem é que o povão são eles

"(...) a televisão portuguesa está entregue a peixeiras analfabetas, bichonas histéricas agarradas ao sonho húmido de ser colunáveis, gordas recheadas de ignorância e botox deficiente e gentalha mal-formada e ordinária cuja única função é tentar gozar com o público e os convidados dos programas, com as gentes que eles acham inferiores, pobres, do povão. O que não sabem é que o povão são eles, merdosos gritões e feios com ares de suburbanos em saldos de um centro comercial qualquer. "

Do Rititi, via Corta-fitas.

Sem sentido de humor


À primeira leitura, pareceu-me que o que estava escrito era:
"controlar os excessos da democracia e da liberdade de expressão".

É preciso estômago

Para se ter sentido de humor em todas as ocasiões.

Alguns dos maiores canalhas que se vê por aí são pessoas que mantêm o sentido de humor em quase todas as circustâncias.

O sentido de humor, sendo sinal de inteligência, facilmente degenera em cinismo, hipocrisia e crueldade e pode ser também um sinal de desonestidade.

Frases que eu me envergonharia de ter escrito

O Dorean diz aqui que gostava de ter escrito a frase que termina este artigo de Pedro Mexia.

Eu cá tinha vergonha de escrever aquela frase.

Tinha vergonha de dizer que a verdade sobre o Comunismo Soviético foi revelada por um conservador autoritário, adepto dessa ideologia fanática e destruidora que é o pan-eslavismo.

Quem quisesse pensar, já teria percebido a natureza do Comunismo Soviético após a invasão da Hungria e da Checoslováquia.

O "Arquipélago de Gulag" é uma monótona e longa (bem Russa) descrição de julgamentos sumários, enumeração de prisões, campos, injustiças, etc.

Poderia ser tudo inventado.

Li o livro todo.

E também li o Chico da CUF, a versão Portuguesa, fotocópia do original: "26 Anos na União Soviética" (a tentar sair de lá) e "A União Soviética vista pela própria imprensa".

Impressionaram-me mas não me disseram nada de essencial. O essencial eram as histórias da Hungria e de Praga. Essas eram indesmentíveis e, para além da conhecida denúncia das purgas Estalinistas, eram suficientes para perceber a natureza incontornável do regime.

Os Direitalhaços insistem em atacar o cadáver e não percebo a tua insistência, Dorean, em atacá-lo também.

Porque o cadáver, quando ainda não era cadáver, ajudou, e muito, a controlar os excessos do lindo sistema em que vivemos, nomeadamente a garantir a democracia e a liberdade de expressão.

(Churchill, a dada altura, enviou para a US como embaixador um aristocrata Socialista Democrata para rapidamente reconhecer que não havia seres por quem os Comunistas nutrissem mais horror do que Socialistas Democráticos, ainda para mais, aristocratas)

O ataque que hoje em dia ainda se faz ao Comunismo e o elogio de conservadores autoritários como Soljenitsin prenuncia apenas um ataque final à democracia e à liberdade de expressão no Ocidente.

Numa altura destas que outra utilidade poderia ter este tipo de atitude, que se vê hoje com tanta frequência entre os Direitalhaços?

Porque é que não se lembram de atacar o Nazismo ou o absolutismo Francês do século XVIII?

terça-feira, agosto 19, 2008

Frases que eu gostaria de ter escrito

"Depois de Soljenitsine, tudo mudou. A defesa do comunismo tornou-se em definitivo um ensaio sobre a cegueira."

Pequena excepção ao bloqueio informativo

Nos países que ganham medalhas, o desporto (*) começa na escola.


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(*) Não confundir com a peladinha.

Eu sei que não é nada meu ser mauzinho

"Venceslau" não é o nome mais bonito do mundo. Mas escusava de se vingar na filha.

segunda-feira, agosto 18, 2008

A nova velha ordem

A permanência das auto-denominadas 'forças de manutenção de paz' russas na Geórgia, muito para além das fronteiras regionais ossétiana e abcáse, tem nome familiar aos impérios: anexação.

A histeria continua

Filho de futebolista tomado por Maddie.

Gastrossexuais

O meu avô cozinhava. O meu pai também. Cresci com a noção que homem que é homem tem mão para o tempero.

Agora, há uns que resolveram copiar o Jamie Oliver ou outro qualquer das pastas. Eu, que nunca degenerei mesmo na ausência involuntária dos ascendentes, tenho vindo há muito a carregar no alho tanto quanto estes ou o saudoso Saramago teriam prescrito.

O DN às vezes prega-me sustos

Rapariga com formação jurídica: check.
Infidelidade com casamento marcado: check.
Namorado de oito anos: check.
Dúvidas sobre o que fazer: check.
Pesadelos com copo d'água, igreja, convidados, et c.: check...
Releio. Afinal, o namorado é que foi infiel...: Uff!

domingo, agosto 17, 2008

Mementa belli

1996, festa de fim de conferência em S.Petersburgo. Apesar das convulsões da perestroika, ainda sobrava algum respeito por uma classe antes considerada de vanguarda e os mafiosos que controlavam a gestão do Palácio da Ciência e Cultura no campus de Petergof haviam abandonado o local à bebedeira dos jovens académicos.

Eu defendia-me com Baltiskayas; Oleg avançava para o quinto quartilho de vodca.

"In Russia, one man, one bottle", tinha sido a picardia com que Anya havia defendido a virilidade dos seus à nossa chegada. Tinha tomado tal por anedota para turistas mas agora acreditava que ali a resistência hepática fazia parte das exibições para acasalamento.

Aos tombos e num alemão sincopado, o uralense franziu a testa e perguntou se alguma vez Portugal havia estado em guerra com a Rússia. Estranhei o despropósito e respondi-lhe que não, não tinha idéia de tal. A sua cara abriu em sorriso e deu mais um gole na garrafa. Riu-se da minha perplexidade e explicou: "os alemães têm sido os meus amigos preferidos; mas a partir de agora, obviamente, serão os portugueses".

Fico hoje a pensar se, talvez por força dos donos da sua história, a amizade simples dos russos, belicosos e fanfarrões, não será sempre feita de rivais e memórias de guerras.

Pensamento atrasado relativo ao 14 de Agosto de 1385

Portugal 10 - Castela e Leão 0

Nas Filipinas

Depois do jantar de boas vindas, enquanto tentava ainda refazer-me do choque provocado pelos 94% de humidade e pelas especiarias dos pratos de influencia sino-americano-espanhola, a família de acolhimento levou-nos a dar um passeio guiado pela cidade de Makati na segurança do seu jipe toyota ultramoderno e (suponho que) ultra-caro.
- Este é o Peninsula Hotel onde o general Lim se barricou no ano passado... esta é a avenida onde milhares de pessoas se juntaram durante o movimento "people's power" que derrubou o presidente Marcos... esta é a embaixada americana, as casas neste bairro têm 2000 metros quadrados de área, em média. Aqui vivem as famílias mais ricas do país, descendentes dos espanhóis...
- Interessante... E porque é que vocês falam inglês e não espanhol? Afinal foram 400 anos de colonização espanhola e apenas 50 de colonização presença americana...
- Hmmm, a explicação... não sei... foram 400 anos de Convento e 50 de Hollywood...

Desconstrução de uma peta

A propaganda abaixo serve os propósitos da "People for the Ethical Treatment of Animals". Apesar das preocupações em mostra, a PETA (excelente acrónimo para aquele eufemismo pretencioso) não é uma associação ambientalista nem de consumidores e a campanha é um aproveitamento do vegetarianismo para afirmação de supostos direitos dos animais.



A psicologia utilizada nesta propaganda até pode eficaz nas sociedades de supersize. Por exemplo, fiquei surpreendido que possa ser surpresa para o americano médio que "a carne tenha sangue". Mas duvido que por cá, descontando o provincianismo de alguns, conseguisse despertar mais que sorrisos condescendentes.

É certo que a utilização do medo para alterar hábitos de consumo não é novidade. Quando se quer vender antivirais, solta-se uma gripe de aves nos média e o negócio está assegurado. A idéia em transmissão constante é que, para além do nosso sofá, o mundo é um lugar perigoso. Assim, o estilo de vida sedentário, confortável, superalimentado e temente por esta segurança mantém-se receptivo aos pânicos que quisermos engendrar.

A novidade aqui é o uso dessa tática para imposição de um produto (o vegetarianismo) com uma lógica de valores oposta ao sedentarismo. Para o conseguir, foi preciso cuidado onde o medo é aplicado e, sobretudo, balanceá-lo com sentimentos de culpa primários (a proteção das crianças, o conceito de família para os animais, et c.) que não hostilizem o receptor.

Por exemplo, nós sabemos que a gordura de carne e produtos lácteos gordos a mais engordam e aumentam o risco de doenças cardiovasculares. A falta de exercício também. Mas reafirmá-lo seria contraproducente, para além de hostilizar-nos e tornar-nos menos receptivos ao medo. Logo, a mensagem passada é "se não fores vegetariano, ficas gordo e acabas por morrer de enfarte cardíaco". Poder evitar este destino sem sair do sofá é a terra prometida.

Como manipulação brilhante do sentimento de culpa, destaco a razão 4 para ser vegetariano: "porque não deveriamos mentir aos nossos filhos acerca daquilo que comemos". É perfeito: quem mente fica envergonhado; quem não mente descobre-se também mau pai pois é-lhe dito que o normal é esconder esses pormenores traumatizantes. Culpabilizante em dose dupla.

A escolha das imagens também é importante. Como pano de fundo, não se mostra matadouros normais mas uns fragmentos de vídeo descontextualizados e com situações que a lei há muito que já pune. Nada diferente do uso, noutras campanhas, de fotografias de primatas dissecados de há trinta ou quarenta anos atrás.

Claro que nenhum elemento deste spin funciona entre os portugueses, somos demasiado cínicos para cair por tão pouco. Mais difícil ainda seria convencer alguém que em Portugal "peixe também é carne". Aqui, a campanha seria feita pela vergonha, principalmente. Tentando convencer-nos que o modernismo e o progresso são adversos ao arroz de cabidela e que a matança do porco é um acto de bárbaros.
Mas afinal, não é o que já certos grupelhos tentam fazer com as touradas ou com o consumo de bacalhau?


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Vídeo sacado do Hey Hey My My.

sábado, agosto 16, 2008

48º 14' N, 16º 20' E: eclipse parcial lunar de 16 de Agosto de 2008, CET 23h58

Traumatismo ucraniano


Pres. Viktor Yoshchenko da Ucrânia, antes e depois de ser envenenado, em 2004. "Fontes não-oficiais" suspeitam da mão de Putine.

Viktor Yushchenko era primeiro-ministro da Ucrânia quando o sucesso das suas reformas levou os oligarcas e comunistas a depô-lo. Contudo, Yushchenko deu-lhes a volta, tendo vindo a ganhar a presidência da república em 2005 contra o candidato pró-russo, Viktor Yanukovich.
A vitória não foi fácil: para além da comprovada fraude eleitoral a favor do seu adversário, ainda durante a campanha foi alvo de tentativa de assassinato por envenenamento. Suspeitou-se na altura dos serviços de segurança da Ucrânia, com cuja cúpula havia jantado, mas nada teria sido feito sem a colaboração dos serviços de segurança russos de Putine e do oligarca Boris Berezovsky. Não deixa de ser curioso que, dois anos mais tarde, outro desgraçado apanhado na triangulação destes dois nomes também tenha sido misteriosamente envenenado.

Não é por isso estranho que a primeira reacção à ameaça desta madrugada à Polónia venha do diretor do Instituto de Cooperação Euro-Atlântica de Kiev. "Uma invasão por 'tanques de manutenção de paz' é uma questão de tempo", disse Oleksandr Suchko no Ukrainska Pravda.

Provavelmente, quando os navios russos que atacaram a base naval de Poti e afundaram a exígua armada georgiana tentarem voltar a Sebastopol, na Crimeia, veremos se a histeria do sr. Sushko é apenas retórica de aliado ocidental. Se não mesmo antes.

Convém não esquecer que na Crimeia, a leste do rio Dnieper, também vive parte da população russa da Ucrânia... Uma justificação mais que suficiente para Putine, como ficou provado, invadir os seus vizinhos.

Uma curiosidade: a cidade de Ialta fica, ironicamente, também nesta península. Quase de propósito, a ordem mundial inaugurada no pós-guerra corre o risco de vir a ressuscitar precisamente no local que a viu nascer.

Renovação do parque automóvel

Encontrei alguns bons para ligação permanente nos sabores da semana.

O Ouriquense, por exemplo, que tem tanto do Carlos Deza de Gonçalo Torrente Ballester que ia jurar ter sido essa a inspiração. Oxalá encontre a sua Clara sem tragédias de maior.

Depois, uma rapariga que não escreve mal com uma obsessão pelo número cinquenta e três.

Finalmente, destaco o Jacarandá, o blogue a solo de António Barreto e, também em spin-off, o No baile da D. Ester.

Mais logo mando para a sucata o que está inactivo há demasiado tempo ou se tornou redundante.

Esta não é paródia

Foi a primeira vez que os Glasvegas foram tocar à tv, antes mesmo de serem convidados pelo Jools Holland (por duas vezes).
Estética de rockabilly, alma de Ian Curtis. O resto é feito de assistentes sociais, de crime infantil, de alcoolismo, et c., e do que pode ser visto nas notícias à hora de jantar. Ou em qualquer urbe britânica.


O álbum "Glasvegas" sai a 4 de Setembro.
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NOTA: a aparição de chapéu antes das imagens de palco é o Alan McGee himself.

Não estou a gostar nada disto

"Moscow warns it could strike Poland over US missile shield"

Georegia

O conforto da ignorância é saber-se sempre acompanhado.

Um pobre americano(a), confundido com a toponímia, deixou esta mensagem desesperada no Yahoo Answers:
"i herd on the news that rusia has invaded but i dont see them no where wats going on I live in georegia but i dont see rusia no where not even sound but they says theres tanks should i be worrie..."

Como responde a articulista do Guardian, de onde saquei isto:
Er, yes, probably.

Onde estão os puristas da ortografia quando a gente precisa mesmo deles?

Quais são e como se devem escrever os gentílicos a usar no conflito do Cáucaso?

A malta blogosférica e jornalística, pró ou contra acordo ortográfico, agradeceria uma orientaçãozinha.