quinta-feira, novembro 29, 2007
Trabalho de equipa
A canção tem de ser perfeita para que vários artistas a possam cantar em conjunto.
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quarta-feira, novembro 28, 2007
E já agora, porque não prendê-la?
«Perante a persistente intenção de usurpar um mandato que lhe não pertence, o PCP reafirma que o respeito por princípios éticos e políticos pautados pelo elementar critério de dignidade pessoal e respeito pelos valores colectivos, exigem que Luísa Mesquita coloque à disposição do Partido que a elegeu os lugares que exerce em sua representação, restituindo assim o mandato à força política e ao projecto que lho facultou.»
O 'centralismo democrático' colcado claramente acima da Constituição da República.
Via Arrastão.
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terça-feira, novembro 27, 2007
Momento de altíssima cultura
A canção da mosca-do-vinagre.
ATENÇÃO: contém referências a "The Other Place".
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domingo, novembro 25, 2007
quinta-feira, novembro 22, 2007
Uma pergunta blasfema
Depois de aceitar sem reservas que um tribunal inglês perceba mais de geofísica que o conjunto dos cientistas que escrevem para a Nature ou Science, concordará também João Miranda com um tribunal português quando este decide que o HIV se transmite na cozinha?
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sábado, novembro 17, 2007
segunda-feira, novembro 12, 2007
O arruaceiro sentou-se à mesa do rei
A idéia era serem todos iguais para melhor conversarem. Havia até um moderador consensual, como é normal nestas ocasiões.
Perante a timidez desse último, o arruaceiro mostrou porque nunca será rei, mesmo querendo; o rei, por seu lado, mostrou porque nunca será arruaceiro, mesmo que outros tenham querido que o fosse.
A democraticidade não brota miraculosamente da existência de eleições mas da cultura cívica de quem a defende. Tenha sido ou não eleito para o ofício.
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domingo, novembro 04, 2007
Pelos bancos de jardim
Aqui há tempos, consultando online os movimentos da minha esquecida conta num banco português saltou-me um débito aos olhos: 12.50 euros por "comissões de gestão de conta". Por trimestre. Ora isto por ano dá... 50! Então eu empresto-lhes o meu dinheiro e ainda tenho de pagar por isso?
Como sou parvo, queixei-me. Por email também (somos todos modernos) a minha gestora de conta, uma 'dra.' Vanessa, respondeu-me dois dias depois, naturalmente ocupada que estaria a justificar os 12.50 euricos angariados (houvera sido mais lesta e eu desconfiaria da veracidade da medida).
Explicou então que a minha conta dava mais trabalho que outras porque eu não recebia o meu ordenado por ela.
Tive de concordar. De facto, isso tornava-lhe a tarefa de gestão mais difícil; como é que uma pessoa pode manipular o dinheiro de alguém sem saber quando e quanto o cliente irá depositar na sua própria conta? Para dor de cabeça já bem bastam as variações dos mercados de derivados.
Ora, na impossibilidade de lhes "domiciliar o meu ordenado", perguntei à Vanessa (isto tudo por email, para não me sair impertinente) o que poderia eu fazer para facilitar a vida ao banco e amenizar o seu dia-a-dia sem que fosse necessário assistir à delapidação compulsiva de parte do meu pecúnio. Assim, meia-hora depois tinha o telefone a tocar - no estrangeiro!: "salamaleques, patati-patatá, as alternativas são simples: aumenta o património ou reforça o seu grau de compromisso para com o banco".
Os montantes aconselhados remetiam as sugestões da excelsa gestora para as seguintes soluções: ou mato uma tia-avó daquelas e deixo a riqueza herdada à guarda do comprovado ladrão ou me endivido até ao pescoço, presumo que com um "crédito à habitação" de alto rendimento, para gáudio dos mesmos agiotas. Pena é que a compra de tês é negócio que nunca me fascinou pois prefiro pagar renda à mui simpática senhoria que aos tubarões do banco. Ademais, gosto muito de todos os meus ascendentes e não me passa pela cabeça fazer mal a ninguém.
Pensei no exercício em cartel que me impede transitar para a concorrência. Flecti nos records de lucro entre as empresas que a banca portuguesa sempre bate todos os anos. Absorvi a prepotência automática com que o cérebro lavado da recém-licenciada em qualquer coisa de inútil atirava propostas ao ar. Despedi-me atenciosamente da dra. mas não me dei ao trabalho de conter o riso. Aliás, duvido que percebesse por que o fazia.
OPAs e fusões não me despertam paixões; que o filho deste ou daquele se livre de compromissos com o dinheiro da batota generalizada também me é indiferente. Mas, não se pode depois ir lá e prendê-los a todos?
E já agora, precisamos da banca comercial para quê mesmo?
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quinta-feira, novembro 01, 2007
Esse sabe-a toda
Um taxista lisboeta na noite de 26 de Outubro
É assim, meu amigo. Eles comem franguinho de aviário, bebem gasosas, andam muito engravatados e luzidios, mas depois não cumprem. Uma mulher gosta de homem machão. Eles quando são novos ainda remedeiam e, vá lá, duas vezes por semana e tal, mas depois já nem isso. E uma mulher gosta de homem machão. Um homem que a sastisfaça. Dá uma e depois mais, mesmo que ela já esteja toda partida. A mulher quer sempre. Mesmo que não lhe apeteça, basta abrir a perna, tirar a cuequinha. E se o homem é machão, ela nem olha para mais niguém. Já dizia o meu avô, que morreu aos 112 anos, é preciso ser homem a sério, fazer com que elas revirem os olhos, que fiquem sastisfeitas. Não é agora estes moços novos, de gravatinha e luzidios, que só bebem cola-cola e comem iogurtes. E frangos de aviário, que os pintos crescem em mês e meio, com comida a toda a hora e uma luzinha para os bichos não dormirem. E os homens comem aquela porcaria e andam ali todos espertos mas depois querem e não conseguem. Porque a mulher consegue sempre. Mesmo que não lhe apeteça, tira a cueca e já está. Ele cumpre, até ela não aguentar mais. Uma mulher gosta de homem machão. Mas eles, de gravatinha, luzidios, comem frangos de aviário, e quando são novos ainda remedeiam, duas vezes por semana, vá lá, mas depois não conseguem. Porque as mulheres estão sempre prontas, mas o homem? está quieto. E por isso elas livram-se deles. Agora se eles comerem grão e favas e bacalhau, isso é outra conversa, já dizia o meu avô, que morreu aos 112 anos e tinha partido a bacia aos 109 e ainda aguentou três anos, e ele ia a festas de casamento e dizia às moças novas: «arranjem homem que seja machão». E elas: «machão, como?». E ele: «um homem em boa condição física e que esteja sempre preparado, capaz de vos arregalar os olhos e de vos deixar sastisfeitas». E elas riam, mas ele ficava muito sério e dizia: grão, favas, bacalhau, dois copos de vinho. Tinto, amigo, tinto. As mulheres gostam de um homem machão. Um homem que as sastisfaça. Não é estes meninos de gravatinha, luzidios, que é de vez em quando, e elas isso não, se eles fossem machões elas nem olhavam para outro homem, até tinham ciúmes dele, «homem como este não há», nem olhavam para outros. Por isso é que elas agora se divorciam logo, porque a malta nova come frangos de aviário e iogurtes, e depois não dá. É como lhe digo, meu amigo. É como lhe digo.
Com a devida vénia ao Estado civil
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Tablóides ingleses
Tony Parsons, colunista do Daily Mirror (*), dirigindo-se ao embaixador português:
"(...) And I would respectfully suggest that in future, if you can't say something constructive about the disappearance of little Madeleine, then you just keep your stupid, sardine-munching mouth shut."
Aqui.
(*) o jornal britânico de referência d'O Insurgente
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quarta-feira, outubro 31, 2007
quarta-feira, outubro 24, 2007
Não chega aos calcanhares da Madonna mas sempre tem mais conteúdo
Cornelius, Fit song
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Aquecimento Global
Não, não discuto o aquecimento global. Nem preciso. Todas as medidas para o reverter trazem benefícios, independentemente da ocorrência ou não do fenómeno. Os mesmos que aprendemos na escola desde a descoberta do efizema pulmonar e que nos levavam no dia da árvore ao campo para plantar mais uma.
Daí que os argumentos dos detractores da "teoria", por mais inteligência ou infalibilidade que tentem botar na sua elaboração, me parecerem sempre um bocado pífios.
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domingo, outubro 21, 2007
Recursos e tendências
O degelo dos glaciares no Oceano Ártico, sem dúvida causado pelo arrefecimento global, está a aguçar a dentuça das potências árticas para reclamarem espaços oceânicos para além do limite das 200 milhas, em via do grande manancial de recursos a ser explorados.
Se estas reclamações forem bem sucedidas,Portugal está em condições de reclamar todo o território oceânico delimitado pelo continente, Açores e Madeira com eventuais vantagens económicas para o país.
Será por isso que a Britânica Madeira e os Americanos Açores reclamam agora uma autonomia aprofundada?
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17:48
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Categorias: arrefecimento global, gamanço generalizado
Mais uma liberdade
Existem aqueles tolos que defendem o criacionismo como teoria científica. Fazem-no porque têm liberdade para isso.
Existem aqueles que os criticam e os ridicularizam. Fazem-no porque têm liberdade para isso.
Existem depois aqueles que criticam e ridicularizam aqueles que criticam e ridicularizam os criacionistas.
Mas o argumento destes últimos é estranho e bem Anglo-Saxónico: todos têm direito á sua opinião, por muito disparatada que seja, e todos são obrigados a "respeitá-la", isto é, a exprimir polidamente a sua discordância, mostrando um profundo respeito intelectual pelo interlocutor, mesmo que este esteja a defender que Fátima foi resultado de fenómenos com extra-terrestres ou que a luz do sol é preta.
Não podem caçoar dos palermas e os palermas podem, na sociedade, lidar com as suas taras da mesma forma que os outros lidam com a ciência.
Podem, por exemplo, fundar uma Universidade onde se ensina as inexistentes bases científicas do criacionismo.
Existe aqui uma supressão de liberdade, a liberdade de ridicularizar o que é ridículo. Mas esta abordagem tem ainda alguns efeitos interessantes: suprime o conceito de verdade objectiva, suprime a ciência, de um ponto de vista conceptual (exclusivamente um produto do método científico), e, ao premiar a ignorância, promove uma sociedade de palermas onde os aldrabões e vigaristas se mexem à vontade, dentro da lei e da legitimidade.
A ideia é confundir trigo com joio, para desorientar os tolos e os ignorantes.
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17:19
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Categorias: aldrabões, canalhas, vão mas é para à, vigaristas
Pura ideologia
O Claro, neste artigo, fala de quem ponha em causa a competência da engenharia na China e na Índia.
Pois é, acontece que a deslocalização da engenharia para a China e para a Índia não tem uma fundamentação de engenharia, ou mesmo financeira. Tem uma fundamentação ideológica, é uma espécie de vingança dos mercados de capitais contra os privilégios das classes médias ocidentais, que esses mercados consideram pura e simplesmente abusivos.
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16:54
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Categorias: vão-se lixar seus ocidentais comunas
A política Portuguesa explicada às criancinhas
Tudo começou em Felgueiras, há uns anitos atrás.
Francisco Assis era presidente da distrital do PS do Porto, candidato a substituto de Jorge Coelho e normalmente considerado um político de qualidade, fora do circuito do futebol, rotundas e arguidos em casos que nunca acabam.
Apesar das notórias ilegalidades praticadas pela autarca de Felgueiras, o povão ( poboum-e ) mostrou a Assis o que pensa da legitimidade, da lei e da justiça do estado Português.
Assis quase levou porrada e teve a sua carreira política acabada.
O PS aprendeu a lição que Jorge Coelho lhe deu, ganhou pela primeira vez a maioria absoluta na Assembleia da república e apoiou com sucesso nas últimas autárquicas tudo quanto era autarca arguido e suspeito da prática de crimes.
O PSD, herdeiro da honestidade ditatorial de Salazar, enveredou pela via contrária com Marques Mendes à proa e foi clamorosamente derrotado, principalmente nas eleições contra aqueles arguidos que se recusou a apoiar.
A eleição de Meneses voltou a mostrar o que as "bases" partidárias em Portugal pensam ácerca de coisas como legitimidade, lei e justiça.
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Categorias: a lei. Para os amigos, para os outros, tudo
sábado, outubro 20, 2007
Os vencedores da guerra fria
A China e a Rússia.
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Categorias: afinal tanta coisa para isto, fria, guerra, vencedores
sexta-feira, outubro 19, 2007
Admiração
Cecilia Sarkozy pediu o divórcio. As razões oficiosas falam de abuso e maus-tratos; as oficiais, sem dúvida acordadas para a prossecução tranquila do mandato do (futuro) ex-marido, aqui.
A minha admiração por uma Senhora que não se vergou à hipocrisia dos costumes sociais e se despede de cabeça erguida de um anão furibundo.
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quinta-feira, outubro 18, 2007
Imprensa de referência

Portugal é o único país que eu conheço onde se coloca sistematicamente e sem critério a loucura da bola na primeira página de jornais não-desportivos.
E fica tudo dito quanto à "imprensa de referência".
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segunda-feira, outubro 15, 2007
Um petroblogue
Sempre passei o olho ao de leve por aquilo que o Pedro Lomba escreve e não posso dizer que me inspire reacções apaixonadas. Já das das sublimações do Pedro Mexia nunca fui menos que devoto madrugador.
E também porque o filme homónimo está no meu top 2, têm entrada directa para o top 40 e picos ali ao lado: o Gattopardo já está em linha.
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domingo, outubro 14, 2007
Adeus

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mão à força de as apertarmos,
gastámos o relógio
e as pedras das esquinas em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias:
os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Eugénio de Andrade, "Poemas 1945-1965"
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14:38
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Ora comentemos
Passei agora pelo Blasfémias. As caixas de comentários desapareceram. Recauchutagem ou renovação? Tomara que não tenham ficado ofendidos com a singela homenagem ali abaixo.
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13:52
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Todos diferentes, todos iguais
Depois das fianças do jovem Bernardino à Coreia do Norte, o Abominável Comentador das Neves faz do Irão exemplo da sua definição de democracia.
P.S: se continuam a dar tribuna pública à opinião de mercearia não se poderão admirar que não haja por cá algum jornal de referência para amostra.
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sábado, outubro 13, 2007
A ciência à luz de um juiz biotecnólogo
A notícia caiu como uma bomba de fragmentação enriquecida a urânio empobrecido.
Na blogosfera dita "liberal", os apelos sucedem-se. Contra a ignomínia, chefiados pela voz do porta-voz dos investigadores em biotecnologia, JoaoMiranda, a fúria dos famélicos da terra sem direito a automóvel atira contra o comité internacional o supra-sumo juízo científico de um juíz de um supremo tribunal nacional: parece que o filme de Gore tem 9-nove-9 erros científicos. Não é dez nem é oito, são nove, ó freguesa.
(eu estou acostumado a erros menos exactos, do género +/-0.5 unidades à escolha, mas pelo que li, o aquecimento global não seria determinístico mas aleatório. Ora, como o mesmo não existe, a negação dessa afirmação será "o não aquecimento global é determinístico, não aleatório". E assim encontramos a exactidão dos números)
Mas a blasfémia dos politicamente correctos não se ficou por aqui. Imagine-se que os comunas da academia da sueca ainda por cima tiveram o desplante de premiar um painel científico da ONU. E isto não pelo método da sua actividade mas pelas suas... CONCLUSÕES.
É de ficar de boca aberta. Um prémio Nobel pelas conclusões de um estudo científico? Tudo política, como nos dizem os iluminatos. Se é assim, onde é que isto vai parar?? Qualquer dia ainda nos impingem com, sei lá, o Nobel da Paz a quem se opõe a testes nucleares ou o da Literatura dado a quem fez guerra.
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51 ways
«If your lover has put on too much weight, get them to walk three miles in the morning and three miles at night, and by the end of the week the fat fucker will be 42 miles away.» - Jo Brand
(lido no B-site)
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quinta-feira, outubro 11, 2007
Há 19 anos atrás...
Entrei numa discoteca e ouvi esta música, de uma banda que eu não conhecia.
Comprei o disco. E nunca mais voltei a ouvir as músicas que ouvia antes.
Pop Australiano passou a ser o meu estilo preferido de música
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segunda-feira, outubro 08, 2007
Mota Amaral é favorável ao Criacionismo na escola
Aqui, via Esquerda republicana.
Agora resta saber se o cavalheiro confundiu os propósitos da resolução, afirmação institucional de princípio pelo indisputabilidade do método científico, ou se achou que se pretendia remover as aulas de religião e moral das escolas.
A seguir preocupadamente, já que se trata de um recente membro do Conselho de Estado.
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17:39
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E o prémio para a melhor t-shirt Che vai para...
Vi na rua e por isso não tenho imagem. Por baixo da estampilha os dizeres:
"Who the hell is this guy?"
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domingo, outubro 07, 2007
Say hello, wave goodbye
You and I
It had to be
The standing joke of the year
You were a sleep around
A lost and found
And not for me I fear
(e quem não corre logo para a pista às primeiras batidas é mariquinhas)
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Categorias: assim um bocado gay
sexta-feira, outubro 05, 2007
Quando?
É que a Madeira se torna independente de Portugal?
E quando é que Portugal se torna independente dos Açores?
Um grande abraço, como diria o Uva, a todos os meus bons amigos Insulares.
Um abraço bastante menos apertado, claro.
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Porque é que Menezes ganhou?
Porque está muito bem acompanhado.
A sra. Rice esteve cá há pouco tempo e confessou publicamente que tinha o propósito de compreender a realidade da política Portuguesa.
E compreendeu.
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Categorias: companhias, economia do conhecimento
quinta-feira, outubro 04, 2007
Gestão ou liderança
As escolinhas, licenciaturas e mestrados em Gestão que proliferam pelo mundo servem para criar uma nova Aristocracia.
Gente que percebe de números, EBITs e outras sofisticações do género mas que parece saber muito pouco de liderança.
Deixam esse trabalho sujo a sargentos e contramestres enquanto eles se divertem a ver gráficos que demostram por exemplo, que uma taxa elevada de burn-out numa empresa com custos elevados de mão-de-obra contribui para uma saudável contenção dos custos ( pelos salários que não se pagam a quem sai e pelo esforço extra e não pago exigido aos que ficam ).
Ás vezes contratam especialistas em recursos humanos que seleccionam recursos dóceis e se divertem a organizar jantares e a distribuir gadgets.
Depois, a coisa falha, e volta tudo ao início ( os especialistas de recursos humanos é que falharam, claro ).
O capital intelectual perdido não é fácil de medir ( especialmente se compensado pelo esforço extra de quem fica ) para além de que se evita que os sargentos, contramestres e operários ganhem poder negocial e perturbem o poder aumentado dos senhores gestores.
Poder traz sexo e sexo traz poder e aqueles que têm mais poder têm mais sexo e sobrevivem, não fossem as conspirações dos invejosos, tal como o demonstram os mais avançados estudos sobre as sociedades paleolíticas, publicados na Scientific America e noutras publicações Anglo-Saxónicas, altamente abalizadas por elas próprias e pelos Nóbeis que se atribuem a eles mesmos através de Universidades que se avaliam umas ás outras como as melhores, em estudos independentes publicados por elas próprias na Scientific America e noutras publicações Anglo-Saxónicas.
Os sargentos e contramestres lá vão gerindo o possível e sofrendo as consequências dos fracassos, deixando aos outros os proveitos dos sucessos. ( é um espectáculo triste ver um desses gestores tentar forçar o que não é forçável, sem saber o que está a fazer, desmotivando e desmoralizando a cada palavra que lhe sai da boca, dando, enfim, vários tiros no pé, dado que o problema está muitas vezes na sua própria gestão ).
Porque os sargentos e os contramestres são os verdadeiros líderes.
Numa sequência de extrapolações injustificadas, o abismo está mesmo aqui ao lado.
A única ponte sobre esse abismo é a perseverança. Explicar, explicar, explicar, persistir, demonstrar, não ter medo, reagir à intimidação e à pressão com firmeza, contra-atacar, pisar a zona de recuo, ameaçar, dar o lombo, ser competente, Ser Humano.
É neste dia a dia que se combate a globalização da ditadura, do medo e da desumanização, passe os lugares comuns.
É tudo assim? Claro que não!
Por enquanto.
De esquerda, eu? Claro que sim! Ou claro que não?
E os juízes com 26 anos?
Mais uma extrapolação injustificada.
Só para acabar.
Ainda não.
Estou com a pica toda!
Maldita cocaína!
Que infantil que eu sou.
Ainda bem.
Pena não ser o príncipe dos Eternautas.
Hasta!
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Comovente!
A crónica de António Lobo Antunes, hoje, na "Visão".
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Boa Dorean, dá-lhes!
Mas não te esqueças que as causas perdidas são sempre mais simpáticas e fáceis de abraçar.
Não me leves a mal.
Eu nem sequer caí no lodo suicida da chamada realpolitik.
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23:43
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Os 10 passos para o reestabelecimento da ditadura na Rússia,
segundo o Devaneios desintéricos:
1. Putin estabelece a imagem de líder forte, o único capaz de controlar a Rússia;
2. Ganha o apoio dos demais cargos supremos da política russa e obtém da da poderosa Igreja Ortodoxa a cuidada gestão dos seus silêncios;
3. Suprime a opinião pública afrontando as ONGs e perseguindo a Imprensa crítica;
4. Nomeia um delfim, politicamente irrelevante, para seu sucessor na candidatura à presidência - Victor Zubkov;
5. Abandona a presidência por impossibilidade constitucional de se candidatar a novo mandato:
6. Putin anuncia sua disponibilidade para ser primeiro ministro;
7. Zubkov ganha as eleições presidenciais e, se quiser, tem poderes constitucionais para delegar poderes no Primeiro Ministro (que será, provavelmente, Putin)
8. O partido de Putin - o Rússia Unida - ganha, por via eleitoral, controlo total da presidência, governo e Duma (que conseguirá se mantiver a actual proporção de mais de 300 deputados favoráveis em 450) tendo poder para fazer qualquer alteração à Constituição russa; A actual força principal força opositora só tem, segundo as sondagens, 7% de intenções de voto;
9. Se o presidente ficar incapacitado ou se demitir, será o primeiro ministro - Putin? - que herdará automaticamente o seu cargo como, aliás, aconteceu com Boris Yeltsin, tornando-se novamente presidente da Rússia;
10. A Rússia passa a ser uma ditadura.
O sexto ponto desta caminhada foi hoje anunciado.
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quarta-feira, outubro 03, 2007
Maddie na ONU
O Conselho de Direitos Humanos da ONU reuniu sobre a situação na Birmânia. Num primeiro texto proposto pela China, os próprios manifestantes eram "condenados" pelos desacatos e aos mesmos era exigida "contenção" nos seus protestos. Posto isto e após a cínica aprovação indiana e russa, o comunicado do CDH "lamenta mas não condena" a brutal repressão do regime militar sobre os democratas do seu país.
"Lamenta mas não condena". Assim como quem olha para uma criança levar uma bofetada do pai e diz: "coitadinho do miúdo... Mas os pais lá sabem".
Este tipo de resolução define aquilo para que este organismo foi (re)criado: institucionalizar aquela visão multicultural de "humanismo" tão cara a regimes não-democráticos e, por tabela, servir de montra ao músculo diplomático dos gigantões, antigos e emergentes.
Quem lixa sempre, lá está, são os miúdos.
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Categorias: ditaduras do mundo, uni-vos
Os nomes também contam
Myanmar parece nome de aldeamento em estância balnear para pedófilos.
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Categorias: uma posta altamente reaccionária e conservadora
terça-feira, outubro 02, 2007
Decisões de ano velho
Tindersticks, No more affairs
São duas da manhã de uma noite de insónia, temperada com chuva e regada a meia garrafa de Caol Ila.
Que outra coisa mais seria suportável ouvir?
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Myanmar e Yagon
A repressão aos monges budistas teve no politicamente correcto uma vítima ocidental: onde antes a culpa do homem branco recomendava obediência à nomenclatura do complexo neo-colonialista, já a imprensa britânica recuperou o nome do país, "Burma", e da capital, "Rangoon", anteriores ao golpe militar de 1989.
Agora digam lá se Bombaim (literalmente 'baiazinha boa' em português de quinhentos) não será sempre mais bonito que Mumbai?
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Categorias: uma posta altamente reaccionária e conservadora
sábado, setembro 29, 2007
sexta-feira, setembro 28, 2007
As ditaduras e os monges
Numa sequência de imagens terrível, foi hoje divulgada ao mundo mais uma faceta da barbárie dos militares birmaneses: um fotógrafo japonês abatido à queima-roupa por um macaco vestido de soldado.
O regime ditatorial da Birmânia é tão intolerante que mantém presa há décadas um prémio Nobel da Paz. Tão insuportável que até fez perder a paciência a monges, ainda para mais budistas, ainda por cima orientais.
É daquelas ditaduras de opereta que, sem noção do ridículo mas com uma frustração sexual ultramontana, mudam o nome ao país e à capital sem que alguém perceba para quê.
A reacção da China, o principal parceiro comercial daquele país, está a ser interessante: ufanos, solicitaram à junta no poder em Rangoon (ou Yangon...) e aos manifestantes pró-democracia para que contenham os ímpetos.
Que os chineses têm algum poder de influência sobre os seus vizinhos (i.e., o mundo), já nós sabemos. Agora é óbvio que não se pode acreditar que o regime de Pequim (ou Beijing... Perceberam?) olhe para além da fronteira e tenha a humanidade de constatar que alguma coisa está bastante errada com o que ali acontece.
Afinal de contas, também o Dalai Lama era monge, budista e oriental e isso nunca lhe garantiu qualquer salvaguarda das garras dos ditadores chineses.
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A civilização Europeia É superior às outras
Vídeo institucional, da responsabilidade da Comissão.
(via Claro, claro)
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terça-feira, setembro 25, 2007
Dia europeu sem carros

Vem atrasado mas só queria dizer aqui que no dia europeu sem carros locomovi-me tal qual na maioria dos restantes dias do ano: de bicicleta e a pé.
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dorean paxorales
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23:22
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O extremismo institucional polaco
Desculpem lá mas... Pá, sem querer ofender ninguém, as reacções de certos sectores da blogosfera espantam-me, não pelo extremismo da solução proposta para a Polónia (uma jactância que na forma está ao nível da dos visados), mas pelo voluntarismo da ignorância demonstrada.
Há milhões de polacos que gostariam de ver os homozigóticos afastados do poder e que, iguaizinhos a "nós", são tão democratas e civilizados quanto os suecos, cultivando um asco refrescante a qualquer género de intolerância.
Voltar-lhes as costas só porque há uns cães 'menores' com direito (legítimo) a um microfone, não seria a melhor estratégia para ajuda-los a expurgar da sociedade polaca esses resquícios de totalitarismo transvestido.
Pegai nos relatos da história, recentes e d'antanho, e mesmo sem ir muito longe vereis que o isolamento de um estado nunca conduziu à emancipação do seu povo. São mesmo precisos exemplos?
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dorean paxorales
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22:39
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segunda-feira, setembro 24, 2007
E depois há os merdosos que as convencem que não, meu caro Pedro Mexia
Completamente mediano e um bocado merdoso
'Chega um momento em que quase todas as mulheres pensam isto dos seus namorados ou maridos: «It’s about being a good guy, Cody. A decent person. And you’re not... in the end, I’m with somebody who’s like all the other guys I grew up around. Not so terrible, but not very good, either. You’re just a guy. Just a normal guy... which means kind of shitty, actually. Completely average and a little bit shitty».(This is How it Goes, 2005, Neil LaBute)'
Cumprimentos,
DP
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domingo, setembro 23, 2007
Essa é que é essa
"É que entre esta câzoada e o engenheiro das corridinhas, o país não hesita. Não por o engenheiro ser sublime, extraordinário ou coisa nunca vista. Não. O engenheiro não está a fazer nada de especial e o que está a fazer, faz porque estamos na UE e porque a economia não é gerível daqui. Sócrates navega à vista como corre e corre como navega à vista. Dá uma razoável aparência de mando e, atentas as circunstâncias de vida do homem médio português, sustenta-se no medo que esse homem médio tem de perder o que já tem."
No Portugal dos pequeninos.
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dorean paxorales
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14:20
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E entretanto, cresce o amor da juventude alemã pela aviação sem motor
A gaffezinha do eng.º (sic) Sócrates, como relatada no sítio da Casa Branca:
(...) the question of Kosovo and the Middle West [sic] problem. I had the opportunity to tell the President how Europe can see with good (inaudible) the declaration on Middle East of President Bush, (...)
(via Oito e coisa, por sua vez via Glória fácil...)
E a bacorada do costume do eng.º (sick) Bush, analisada no Think Progress (think-tank americano... de esquerda)
I thought an interesting comment was made — somebody said to me, I heard somebody say, “Now, where’s Mandela?” Well, Mandela’s dead because Saddam Hussein killed all the Mandelas.
Vem com vídeo e tudo.
(também via Oito e coisa)
ADENDA À TOSCA COMPARAÇÃO: Já que falamos em minudências de arregalar os beiços, convém fazer notar que a transcrição das declarações do P.M. feita pelos serviços de imprensa da Casa Branca é profissionalíssima e só pode trazer ofensa a virgens de sacristia viciadas na reverência instituticional. E já todos compreendemos o resultado que esta atitude está a ter...
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dorean paxorales
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