sexta-feira, agosto 10, 2007

Aviso à navegação

O ócio só liberta quando é o que trabalho oprime.

Já não é só o Miranda das postas do alto

Se um extrapola a sexualidade portuguesa em vôos de calculada loucura, anda para aí meio mundo que se insurge metódica e furiosamente contra o sexo da estranja. No caso, holandeses.

quarta-feira, agosto 08, 2007

Olá Donale!

Nas palavras de uma grande pensadora dos nossos média, este país tem uma relação difícil com os seus emigrantes. Concordo e assino por baixo.

Inspirado por ela e pela canícula de outrora, deixei entusiasmar-me por um mail que anunciava:

"FESTA DO EMIGRANTE - voltei, voltei... voltei de lá!"

Data bem escolhida, 10 de Agosto, evidentemente para evitar conflitos de calendário com o sagrado dia 15.

Mas, lendo a descrição mais abaixo, os parolos são mesmo os organizadores:

"Grandiosa homenagem à diáspora portuguesa, às favas com chouriço e à música
popular...
O acontecimento mais aguardado do ano!!
Quermesse, bailarico pimba, tremoços, vinho a martelo, o estouvamento do
costume...
"

Mais parolo ainda para o efeito é o local escolhido, o Purex, num óbvio esforço de distanciamento de uma realidade que ainda os arrepia. Como quem sente necessidade de afirmar ao mundo que é moderno e urbano e europeu.

A verdade é que, quando o alvo da sátira é decalcado do cliché dos setenta/oitenta, cheira-me logo a snobismo de arrivista filho de emigrante.

Vade retro!

Isto devia tudo ser proibido

Seria um progresso

terça-feira, agosto 07, 2007

Antonioni e Bergman morreram

"Desde que me lembro..."
"O Mestre ainda..."
"E foi assim que descobri..."
"Das certezas existenciais..."
"Abriram-se-me os olhos para..."

Pronto, já está.


P.S.: confesso que o que me impressiona mesmo hoje em dia é a evolução que as sobrancelhas do David Hemmings tiveram. Telúricas, digo-vos.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Mais um exemplo

Do que eu escrevi aqui.

Neste artigo, a premissa dos grupos heterogéneos faz com a argumentação deixe logo a realidade para entrar numa qualquer dimensão alternativa.

Mesmo assim, o exercício, embora canónico, é imaginativo na transposição.

Até ao último parágrafo. Aí, aplica-se uma força de torção na argumentação para se poder atingir o resultado desejado.

Referir a este link.

Exercício: descobrir quais se aplicam ao dito artigo.

Blasfórmicos, claro.

E que tal?

Haver concorrência e poder mudar-se de Banco (Facilmente)?

Mercado! Does it ring a bell?

Mais uma vez, obrigado ao inesgotável Blasfâmias.

Na cartilha liberal.

Encontra-se sempre o que der jeito no momento.

Ora essa!

É melhor que o Borda d'Água.

O Hilário

Total

Q.E.D.

Do incontarnável (o erro é propositado) Blasfêmeas (o erro é propositado).

Brincar às críticas

Esta posta foi publicada no blogue da revista Atlântico.

E os comunicados empresariais, publicados às catadupas nos jornais, disfarçados de notícias?

Dêem-me contra-exemplos, vá, vá, vá!

São uns a aprender com os outros!

Afinal os profissionais de comunicação (propagandistas?) são os mesmos!

Sim! Também mato os (ditos) mensageiros!

Ou haverá mesmo uns e outros?

Do claro

Do Claro, chegaram-nos duas postas edificantes:

1. Sobre o mercado que temos.

2. Esta posta lembrou-me logo aquilo que eu disse aqui.

Fitas do meu tempo 5


Sexiest song ever...

Recordando tempos de karaoke que lá vão e não voltam mais, jamais: Pulp, Pencil skirt.

O gordo é uma anedota ortográfica por si só mas, que fazer?, este era o único vídeo disponível.

Fitas do meu tempo 4

We Are Scientists, Nobody moves, nobody hurts

Assim se julga.

domingo, agosto 05, 2007

A democracia e o catolicismo

Será verdade que a democracia é má para os países católicos? Que é sobre regimes autoritários que eles mais se desenvolvem?

Bem, se for verdade, isso pode sugerir alguma coisa sobre a ética católica, nomeadamente se comparada com a ética protestante.

Mas eu não vou por aí.

Começo por constatar que essa "verdade" tem várias confirmações históricas tal como tem vários desmentidos.

Mas há algo de significativo no facto deste tema ter voltado a ser abordado.

Dogmas

A existência de Deus é, sem dúvida, um dogma, no qual se acredita ou não.

Dogmas, cada um tem os seus.

Eu tenho um que me poupa muito trabalho: nunca tento desmantelar a argumentação de um Liberal, Neo-conservador, ou bicho do género. Para mim, ela tem sempre valor nulo.

Para eles a verdade é irrelevante, aquilo que conta é o interesse. Logo, eles argumentam apenas para defender os seus interesses. Como todo o racionalismo é forçosamente dogmático, eles baseiam-se em cada dia nos dogmas que mais lhes convierem para arranjarem a argumentação necessária para defenderem o interesse do momento.

Amanhã é outro dia.

Quem é quem é?

Que gosta de negociar em mercados e feiras?
Que foge aos seus deveres para com o estado, mormente no pagamento de impostos e cumprimento das leis?
Que, sempre que pode, usa e abusa dos serviços que o estado põe à disposição dos cidadãos, nomeadamente na educação, habitação, saúde e segurança social?
Que suja e estraga os sítios por onde passa, deixando aos outros o trabalho de limpar?
Que ostenta sem vergonha os luxos adquiridos por meios duvidosos?
Que berra e incomoda os outros que estão à sua volta sem se preocupar se eles estão ou não interessados em ouvi-lo?
Que rouba o próximo sem pudores, caso esteja para aí virado?
Que acha que o mundo é dos mais fortes e não hesita em brigar e agredir todos os que se lhe atravessem no caminho com todos os meios à sua disposição, mesmo que sejam ilícitos?

Acertaram: é o Liberal.

Fitas do meu tempo 3, correcção

O Paulo Duarte Barbosa chamou-me a atenção para a calinada da posta abaixo. Justifico-me com esta arrogância: em 1992, quando ouvia o Bone Machine, já nem me lembrava que os Ramones teriam existido e passou completamente ao lado mais tarde que teriam ainda gravado um último (?) álbum.

Em todo o caso, valeu a pena a intervenção também porque mal abri o seu Step Right Up, saltou-me aos ouvidos uma das minhas bandas do meu tempo: The Shins.

sábado, agosto 04, 2007

Fitas do meu tempo 3

Num vídeo à Lynch, Tom Waits melhorando o clássico dos Ramones.
Dedicado ao N e à JLA.

Stay around in my old hometown
I dont wanna put no money down
I dont wanna get me a big old loan
Work them fingers to the bone
I dont wanna float a broom
Fall in love and get married then boom
How the hell did I get here so soon
I dont wanna grow up

quinta-feira, agosto 02, 2007

pixies - where is my mind

jogo de futebol dos leitores do v-ou-c

Agosto!

Tempo de férias e lazer.

Convido os 25 leitores do v-ou-c para um jogo de futebol ( de 11 ).

A combinar/escolher:
hora
estádio
posições (árbitro, fiscal de linha, guarda-redes, defesa, etc)

Entrei em stresse!

Tinha um erro no meu último artigo, Portugal-Brasil, e estava com medo que o Dorean visse.

Portugal-Brasil

Há algumas semanas um Brasileiro amigo lembrou-me amavelmente (sem assento nem espaço para os parêntesis (plural confirmado no diccionário da Verbo)) que os Portugueses descobriram o Brasil, levaram a cultura e a língua e levaram de volta o ouro e os diamantes.

Como resposta, garanti-lhe que o ouro estava todo enterrado em Mafra.

Os Brasileiros alimentam um grande ressentimento em relação aos Portugueses.

Basta pesquisar um pouco na Internet para se confirmar que, literalmente, o ódio aos Portugueses é ensinado ás criancinhas no Brasil.

Eu percebo que os Brasileiros se ressintam por terem sido colonizados por Portugueses. E não por Ingleses, Franceses ou Alemães. Quanto aos Holandeses, segundo os vossos livros de história, vocês expulsaram-nos, muito antes de nós termos ido aí buscar ouro e diamantes.

O que havemos de dizer nós, Portugueses, que nos ressentimos tanto de sermos Portugueses.

Vocês culpam-nos de muitos dos males da vossa terra. Mas vocês são independentes há 7 gerações!

Já dava para ter mudado muita coisa e corrigido os males que nós deixámos. Pô!

Mas vocês têm razão. A culpa é nossa mas apenas porque quase todos vocês herdaram nossos genes e a nossa cultura é o elemento predominante na vossa.

Aí tá tudo certo! Vocês botam a culpa na gente da mesma maneira que o Português bota a culpa nos outros... Portugueses.

Mas aí não dá para mudar! Ou vocês começam botando a responsabilidade dos problemas em vocês e botam também a capacidade de mudar ou vão ficar na mesma.

Aqui é igual.

Só há uma diferença. Com todos os nossos defeitos, erros e crimes, nós já deixamos uma herança maravilhosa ao mundo.

Um país fantástchico, que ajudámoisse á criá e qui si chama Brásiu.

Um túmulo em Florença


How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.
I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.
I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose
With my lost saints,--I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life!--and, if God choose,
I shall but love thee better after death.


Elizabeth Barrett Browning, "Sonnets from the Portuguese", XLIII

quarta-feira, agosto 01, 2007

Cinzas (versão cínica)

Sorris.

O teu sorriso espalha as cinzas pelo chão.

Deixa estar que há de haver quem o limpe.

Português perfeito

Quem fala Português perfeito?

Os Portugueses, Brasileiros, Angolanos, Moçambicanos, São-Tomenses, Cabo-Verdianos, Timorenses, Guineenses e mais alguns curiosos de boa vontade.

Não necessáriamente por esta ordem.

Ferrari

Quero comprar um Ferrari.

612 Scaglietti, 320 Kms/h, 4,2s dos 0 aos 100, cinzento metalizado.

Para me passear na Quinta do Lago estas férias.

Telefono para Madrid, para o representante da marca. No mínimo, espero que falem Português perfeito, aceitem chamadas a cobrar e tragam o carro a Portugal para eu fazer o test-drive.

Senão, compro a Ferrari e despeço aquela gente toda.

P.S Acham que eu não tenho unhas para aquele carro? Eu corto-as antes do test-drive, não se preoucupem.

Ide!

E endividai-vos!

Tornar-vos-eis trabalhadores mais submissos e cidadãos conformados e frágeis.

Silly season

Agora que o "Verão" parece finalmente estar para ficar e na cidade circulam magotes de turistas séniores americanos e estudantes de línguas adolescentes, os bares e cafés entram em modo algarvio e não há empregado de mesa temporário que não se julgue em casa a receber os sogros.
Num dos poucos bistros ainda abertos após a penúltima sessão da noite, as cinco libras esterlinas de Islay duplo são-me servidas com cubo de gelo e insecto morto sobrenadantes. Confiando nos bons-modos da serviçal, remeto a encomenda à procedência para substituição pronta. Com uma rapidez aguçada pelo salário de gorgetas, o balão ainda gelado é devolvido sem mosca, sem cubo e com um sorriso mais do que indecente nos lábios.

Um vento cretino varre a esplanada construida a tempo da lei de costumes. Urge pagar, sair e fumar a cólera a caminho de casa.
Se me aparece algum jovem italiano ou espanhol a esganiçar à minha frente, vai ao pontapé para ao meio da estrada.

Sweet oblivion


Ela ali ao meu lado, a mostrar-me como o mundo lhe parecia todo ao contrário, às avessas, não sabia se torto em linhas direitas se direito por linhas tortas, sem saber como descer, como subir, como caminhar para a frente, trás, lados, sem haver um mapa que a guiasse.
Ela ali ao meu lado, a mostrar-me como era fácil não ser ela ali ao meu lado se fechasse os olhos por um instante e se deixasse levar na corrente daquela brisa que passava pelos nossos cabelos e simplesmente fosse...com retorno, sem retorno, infinitamente solta de quaisquer amarras.
Ela ali ao meu lado prestes a deixar-se cair.
Ela ali ao meu lado e eu agarro-lhe a mão porque sei que ela quer ir.
Ela ali ao meu lado a agarrar a minha mão porque quer ficar.


(do Oito e coisa, nove e tal)

Música do meu tempo 17



Eat your heart out, bunnymen!

terça-feira, julho 31, 2007

Cinzas

Sorris.

E o teu sorriso espalha as cinzas pelo ar.

Com comentário retirado do youtube

i like the lyrics. i just looked them up. i dont know why these bands all seem so genuine but i cant find that in any newer bands these days. it all seems like its about stupid ghosts and drugs but these guys seem like they read a little and have something to think about. they have a real sense of knowing that something can really happen.

domingo, julho 29, 2007

Melhor que o original

Num comentário polémico, afirmo que esta cover é superior ao original.

E pronto!

Faz-me sempre lembrar um familar do Dorean.
Por razões meramente sintácticas.

Natalidade

O imparável João Miranda é investigador em ciências biológicas (deve ter muito tempo para olhar para as moscas :) ) e blogueiro no blasfémias , esse presuntivo blogue do putativo liberalismo.

Nas suas deambulações de dogmático estilo marxista, comissário político do purismo liberal, escreve hoje no DN sobre a natalidade, lamentando que as medidas governamentais de incentivo à natalidade incentivem acima de tudo a natalidade nas classes baixas não incentivando a natalidade na classe média.

Começo por mostrar a minha admiração pela ausência de crítica ás ajudas governamentais. Devia vir numa das 5500 regras contraditórias do liberalismo Mirandês que a ajuda do estado a certos indivíduos em função do tamanho do agregado familiar é uma violação básica do bom princípio liberal da regulação mínima do estado e do tratamento igual dado a todos os cidadãos.

Mas as regras são 5500, logo são forçosamente contraditórias, logo servem para justificar tudo, como eu exemplifiquei anteriormente aqui.

Sobre a natalidade propriamente dita, acredito que o rapaz seja parte interessada no assunto, mas ele devia começar por olhar para o umbigo da sociedade que ele tanto adora e pensar (há sempre uma primeira vez para tudo) no quanto a vida moderna dissuade as pessoas de ter filhos.

Sem ser cínico basta pensar que: os empregos estão nas cidades, que as cidades são perigosas, têm escolas públicas perigosas e más e escolas privadas caríssimas e onde nem sequer se consegue pôr os filhos sem se ter pedigree de nobreza com pelo menos três gerações.

Que um bairro exemplar como o Parque das Nações em Lisboa não tem um centro de Saúde nem escolas públicas suficientes.

Que não há espaços verdes.

Que os transportes públicos são insuficientes.

Que dois pais que trabalhem as 10 a 12 horas diárias que a bela iniciativa privada exige hoje em dia não só não têm nem tempo para ir buscar os filhos e para os educar como não têm sequer ânimo para os consolar quando eles acordam à noite.

Que há mães em licença de parto a quem é pedido que comecem a trabalhar durante o período da licença (não por real necessidade ou benefício da empresa mas porque as modernas IDEOLOGIAS de gestão assim o exigem).

Que as pessoas casadas e pais de filhos são hoje discriminadas profissionalmente a favor de pessoas solteiras, divorciadas ou sem filhos e com maior disponibilidade temporal e mental para se dedicarem a trabalhos que exigem cada vez mais a dedicação das pessoas.

Sendo cínico, pode-se ainda pensar que, para o capitalismo internacional, é conveniente que as classes médias profissionais não tenham filhos, mimados e exigentes, habituados à liberdade e às regras democráticas.

É preferível a sua substituição por imigrantes, submissos, trabalhadores e pouco habituados a gozar os direitos individuais de cidadania. Toda a gente escreve dizendo que é preciso destruir a preguiça e mordomias dos Europeus: a 1ª guerra mundial já tem 100 anos.

Só refiro esta interpretação cínica e conspirativa porque ela não é da minha autoria mas sim de um profissional motivado, cínico, sem filhos, divorciado e vencedor.

E por falar em novelas da tv

Ele há quem melhore imenso com a idade:

Já não há um pingozinho de pachorra alguma para...


Séries de tv de médicos.

E não, não são 'pelo menos melhores que as novelas': as vidinhas dos heróis (?) e os dramalhetes dos pacientes são eles próprios novelas do pior gosto possível.

Fitas do meu tempo 2


Um chalet e um descapotável e o mistério da Angst fica resolvido, filho.

sábado, julho 28, 2007

Snobismo ridículo

Hoje, visto um pólo que é mais velho que o Nani.

Alphaville - Forever Young

Estes eram MESMO bons ao vivo

Knights of cydonia

sexta-feira, julho 27, 2007

Muse - Starlight

Fitas do meu tempo 1

Fantastic Plastic Machine, Dear Mr. Salesman

Robbie Williams - Advertising Space

Idiota

Ainda agora choro.

Confissão

Há três anos atrás, chorava sozinho no carro quando ouvia esta música.
Deus sabe porquê.

quinta-feira, julho 26, 2007

E através da sua correspondente em... Madrid

Apenas 22 dias depois da assunção da presidência da U.E. pelo governo português mas largos meses depois da denúncia em blogue, a imprensa britânica dá pela primeira vez conta do embaraço causado pela licenciatura primo-ministerial: "Rival accuses Portuguese PM of lying about degree".
Isto como se a história tivesse rebentado ontem à tarde, entre copas, pinchos e turistas, ali numa esplanada da Alcalá.

Qual será o dossier que os abespinha, qual será?

quarta-feira, julho 25, 2007

"O filme da minha vida"

Era um programa do segundo canal que dava aos domingos à noite. Nele convidavam alguém 'conhecido' para explicar a escolha antes e discutir a fita depois.
Sempre imaginei que, se fosse um dia chamado a exibir a minha prelecção, estava dado como certo o visionamento d'O Leopardo mas, hélas, Jorge Sampaio antecipou-se-me. O que vale é que ao mestre do detalhe não faltavam obras-primas na manga e aquele que seria o seu canto de cisne tornou-se, com o passar dos anos e cada vez mais, no filme da minha vida.



A metamorfose de Laura Antonelli ao desvendar do novelo é algo que nunca mais vi repetido no cinema.

Música do meu tempo 16

Os Pizzicato Five no meu segundo filme preferido de todos os tempos.
E dou um bola-de-neve a quem adivinhar onde a jura em falso se escondeu.

(isto se calhar está a ficar rebuscado demais, não sei)

Música do meu tempo 15

Prometo que é a última deles e que a partir da agora só vou passar pop japonesa às bolinhas.

terça-feira, julho 24, 2007

The Smiths - Last Night I Dreamt Tha: Somebody Loved Me (Zagreb 2006)

Mais uma vez, inferior à versão de estúdio

Estranha Forma de Vida

Piiiigs in space!

Esquerda e direita

A direita ganha sempre as eleições.
A esquerda perde-as sempre.
Passou o tempo do combate de ideias entre Social Democracia, Democracia Cristã e Liberalismo.
Falta ao capitalismo global o saudável espírito da competição.
E os monopólios são nocivos para os cidadãos, toda a gente o sabe (menos John D. Rockefeller).

segunda-feira, julho 23, 2007

Única razão porque o Saramago ainda não rasgou o cartão do PCP e arranjou um do PCE:

Nas mais recentes eleições em Portugal, CDU: 7.6%
E em Espanha, Izquierda Unida: 3.2%

Se 40 milhões de polacos incomodam muita gente...

Quer parecer-me que a fúria higiénica dos directórios europeus contra o fumo não passa de uma retorcida campanha para convencer o povo turco a rejeitar ele próprio a candidatura do seu governo à União.

E por falar nisso, se fumar provoca impotência, quem explica aqueles 70 milhões de alminhas que tanto assustam os abolicionistas da proporcionalidade?

sábado, julho 21, 2007

Música do meu tempo 14

Mmmmmmmmm....

Ouvido ontem ao meu mentor

A mentira e a cobardia são uma e a mesma coisa.

sexta-feira, julho 20, 2007

Música do meu tempo 12

Apoteose: Arcade Fire+David Bowie, WAKE UP!!!